Quando bem jovem(1), procurei um das grandes agências do Brasil, na época não sabia, mas era a terceira na lista das maiores. Com uns desenhos debaixo do braço e umas folhas de papel cheias do que julgava serem “boas idéias” fui buscar, ou fazer, o meu segundo emprego. O primeiro – entregador de copiadora – me levou a conhecer algumas agências. Ficava pensando que de alguma forma era ali que eu deveria estar e não correndo de cá pra lá com aqueles tubos de cópias(2), folhas de Letraset(3) e colas.